12 de fevereiro de 2015

Fluffal, um deck sem foco


Eita, é melhor eu me proteger das pedras.

 Eae pessoal, blzinha? Calma, calma, eu estou ciente de que vão me apedrejar depois de falar mal de Fluffal no meio da comunidade de Yu-Gi-Oh!, mas antes leiam o que eu tenho a digitar nesse post. Esse post vai ser bem egoísta, me desculpem por isso, eu estou usando um assunto qualquer que brotou na minha cabeça pra voltar a escrever para o Blog. E não, eu não morri.

 E esse post não vai ser vazio de maneira nenhuma, eu sei o que estou escrevendo  (novidade). Ele vai ser um Here Comes a New Card disfarçado, eu só estou fazendo ele por causa dos novos suportes do bichinhos de pelúcia (natural de posts sobre cartas). Eu vou atirar pra todo lado nesse post, mas todas as balas vão sair de um mesmo revólver. Espero que tenham pegado o espírito dessa metáfora, talvez seja importante mais pra frente... ou não. Sem muita enrolação, vamos começar essa bodega:


Disclaimer 1: Vida de autor.

 Pode parecer que o fato de algum autor, pintor, compositor ou artista ter parado de produzir se deve ao fato de ele ter abandonado o seu trabalho e/ou está vagabundeando com outras coisas. Muitas vezes o motivo é o que esses profissionais chamam de bloqueio: por se tratar de um trabalho em que alguém produz algo é natural que esse alguém queira se sentir satisfeito com a sua produção (seja um texto, uma tela, uma música, etc.) e quando isso não acontece é dito que esse profissional está em um bloqueio. Associem 'bloqueio' a uma espécie de 'depressão' (é a melhor analogia que eu consegui encontrar), o cara não se sente satisfeito com o que faz, isso gera angustia e a pilha de papéis amassados e de ideias descartadas só aumenta. Tem quem diga que tudo isso não passa de frescura, mas eu discordo, isso é comum e como a própria depressão isso não é culpa do seu dono, tanto que depressão é tratado como uma doença (não levem tão a sério a analogia, depressão é um problema mais em baixo).

 Aonde eu quero chegar com tudo isso: eu estava passando por um bloqueio criativo nesse meio tempo (isso não exclui o fato de que eu também estava vagabundeando, isso faz bem pra amenizar o problema), já tinha alguns rascunhos que eu tinha feito pro blog e mais milhares deles empilhados na minha cabeça. Eu não estava satisfeito com nenhum deles, não vinham ideias que eu aprovasse, por isso eu já peço desculpas não só pelo tempo que eu fiquei fora (deve ter sim pessoas que gostam de ler as baboseiras que eu escrevo) como também por esse post estar servindo pra eu voltar a escrever pro blog.

 Mas é claro que eu não vou deixar essa parte do post sem coerência, um dos posts que eu tinha feito rascunho era da Toy Vendor, talvez alguem se recorde de quando eu citei que eu iria falar dela no HCNC. Aquela foi a pior ideia que eu tive em tempos, Fluffal naquela época tinha um outro problema e eu não consegui desenvolver um texto que eu achasse legal sobre o assunto. Fazer o que, né? Deixei o texto nos rascunhos e adiei ele até uma remessa de suportes que me desse vontade de escrever sobre o deck de novo, enfim ela chegou, mas tudo de bom que eu queria falar do deck ficou escondido por tudo que tem de ruim pra falar do deck. Esse post não vai só falar de Fluffal, vou chegar em outros pontos com o argumento principal desse texto.



Edge Imp Sabres...

Se tem um membro que ficou destacado no meio do arquétipo é esse rapaz aí. Edge Imp Sabres foi, a princípio, tratado como a criatura em comum de todas as fusões dos Fluffals, nada de errado aí, o deck tinha um foco e ele se chamava Sabres. Praticamente todos os suportes do deck envolviam essa criatura e o deck não tinha problemas quanto a isso, ele fazia o serviço que lhe foi proposto da melhor maneira possível e fazia o deck andar pra frente rumo a vitória. Até que fizeram uma curva na estrada, uma não, duas (quem sabe três): depois de um certo tempo chegou o tão fatídico episódio 33 do Yu-Gi-Oh! Arc-V, "Aê, Sora vai duelar de novo, foda!" "Novos monstros Fluffal, eles merecem coisa melhor!", até que o anime nos mostra criaturas como Edge Imp Chain e Edge Imp Saw "Nossa, velho! Que foda!" "Se continuar assim vai ser o meu deck favorito fácil, muito louco!". Enquanto no anime essas criaturas só trazem mais empolgação pro público, pro jogo essas criaturas só confundem mais os jogadores.

 O deck até então tinha um foco definido:"Edge Imp Sabres sempre!" as cartas mesmo diziam isso "bla bla bla 'Edge Imp Sabres' bla bla bla" e depois chegam duas criaturas para disputar espaço no deck. Pior de tudo, ambas possuem suas próprias fusões. Eu já disse em vários posts sobre a importância do efeito de decisão numa decklist, é interessante quando você tem que escolher o que pôr no deck e não seguir "o quê a Konami diz que funciona", mas não nessa situação. Você inventa um Deck A que se baseia na Estratégia X, mas já na segunda remessa de suportes tu inventa as Estratégias Y e Z pro mesmo Deck só que os primeiros suportes só auxiliam a Estratégia X, não seria mais inteligente fazer outras saídas que se baseiam na Estratégia X do que brotar coisas aleatórias? Isso vai entrar num outro tema que eu vou deixar pra falar mais pra frente.

 Saw e Chain desfocaram o deck de Fluffal no mal sentido da palavra, não é mais uma Segunda Opção igualmente boa como a primeira, é uma opção que auxilia e disputa com a primeira. Já dá pra ver a contradição nisso, vou dinamizar um pouco:

• Você disputa espaços no Extra Deck entre os monstros Sabres, Saw e Chain.
• Saw e Chain ajudam o Sabres, mas ao mesmo tempo são irrelevantes pros suportes Sabres-Only.
• Cartas que funcionariam com o Sabres (que são muitas) se tornariam mortas juntas de Saw e/ou Chain, atrapalhando suas jogadas.

 Acho que já deu pra pegar o que eu quero dizer: Saw e Chain ao mesmo tempo ajudam e atrapalham o deck justamente pela primeira remessa de suportes. Mas aí você pode me dizer: "Poxa, mano. Tu pode rodar eles só como tech cards então". O problema aí é que o único motivo plausível para você rodar os dois são as fusões, não o Sabres. E sendo assim você desfoca o próprio deck, voltando a analogia da estrada, tu agora tem 3 caminhos pra seguir rumo a vitória, nenhum deles se interligam, você escolhe o que for mais propício na hora e reza, quem sabe esse foi o melhor caminho a escolher. Então, não é melhor você focar em um caminho só e fazer o possível para esse caminho em específico dar certo? Se você escolher o caminho do Sabres, você tem vários suportes a sua disposição, se tu for pelo do Saw ou Chain (quem sabe Tomahawk algum dia...) tu já não tem mais toda aquela força, te vira moleque!

 Tem um outro ponto que eu gostaria só de citar, se eu fosse gastar um tópico todo só pro assunto eu iria repetir praticamente tudo o que eu disse sobre o Sabres. E Polymerização? "Ah, agora tem cartas Frightfur pra fazer fusão, nem precisa mais dessa carta ultrapassada, ugh" Então o que vão fazer com Fluffal Owl, Cat e Bear? Jogar fora não parece ser uma opção. Desfocaram não só o Sabres nessa história, bons suportes se apoiavam em uma carta antiga e faziam dela uma boa aliada pra vencer o jogo, Polymerização também sofreu as consequências. Tudo que eu disse sobre Saw e Chain se aplicam aqui também, se esquecerem de alguma coisa é só subir o post.

 Só me defendendo de possíveis contra-argumentos: "Mas e HERO?" Só conta o número de suportes que aquela bagaça tem e compara com Fluffal, é natural que com um maior número de cartas várias delas percam o sentido. "Ah, mas vários decks do anime possuem esse mesmo problema, não é só coisa de Fluffal não" Se alguém pensou assim, já sabe do que eu vou falar a seguir.



Fantasia e Realidade, os opostos não se atraem.

 O anime de Yu-Gi-Oh! é uma faca de dois gumes, infelizmente. O anime alegra, empolga, motiva e até mesmo faz o jogador enxergar o jogo de uma outra forma, mas uma vez que isso entra em contraste com o jogo competitivo não tem como alguém ficar em cima do muro. Muitas cartas que temos no TCG/OCG vêm do anime da franquia: essas cartas são um marketing do escambau, as pessoas se identificam com elas bem mais rapidamente, fazem as mesmas serem vendidas mais facilmente. Só pra exemplificar: "Será que eu uso esse Xyz genérico ou aquele fodão do anime?". O jogo sempre foi marcado por capitalismo e isso não era pra ser um mistério pra ninguém. Mas então porque as cartas do anime sofrem tanto contra as do TCG/OCG?

 Motivação é a palavra chave aqui: as cartas do anime são feitas com que motivo? Elas são feitas para se encaixarem perfeitamente numa situação proposta pelo script do duelo, e isso gera um efeito no telespectador: o duelo parece estar "coeso", uma carta liga a outra, que nega aquela, que faz isso para que o outro possa ativar aquilo. Dá um efeito de Causa e Consequência, só que esse efeito é bem situacional perto da realidade que vemos no jogo: será mesmo possível re-fazer aquele duelo do Sora contra o Shun na vida real? Porra, é difícil, parece tudo tão fantástico. Opa, descobri a mágica nesse truque. Quem só vê o anime vai ter uma impressão completamente diferente de quem só joga competitivamente. Ambos são válidos, o que não pode é tentar puxar as características de um e colocar no outro querendo que a mudança seja, na melhor das hipóteses, sútil. É por isso que eu digo, se tu quer se divertir, duela com os amigos, não vá dá a cara a bater contra algo que você pode (ou não) se frustrar.

 Se as cartas do anime são feitas para um propósito oposto do card game é natural que muitas delas fujam do foco de seus respectivos arquétipos, ou que ainda não façam sentido nem para elas mesmas terem tal efeito (recentemente teve o caso da D/D Pandora). Arcana Force, Elemental HERO, Roid, Cyber Dragon, Blackwing e a lista de arquétipos com cartas inúteis competitivamente só aumenta. Alguns poucos sortudos puderam competir com o Meta na época em que surgiram, outros tiveram que esperar por futuros reforços da Konami. E ainda tem aqueles que continuam no esquecimento.

 Eu acabo pendendo pro lado competitivo da história, mas sempre respeitando o lado fantasioso. Eu tenho meus motivos pra isso e gostaria que o anime fosse um pouquinho mais fiel ao card game que nós temos, que mesmo sem a fantasia pode ser muito empolgante. Infelizmente, como o próprio título do tópico diz, isso vai ser difícil. Mas e você. De que lado você está? Compartilhe a sua opinião sem medo, não existe certo ou errado nessa história.



Disclaimer 2: Eu gosto de Fluffal, abaixem as pedras.

 Quem foi gentil na interpretação do meu texto deve ter entendido que eu não falei mal de Fluffal, mas sim falei que o contraste entre o competitivo e o anime são gritantes a ponto de nem sempre darem suportes úteis a um deck vindo do anime. Desculpem o sensacionalismo, eu acabei de usar Fluffal como um fantoche pra falar de um outro assunto. Fazer o quê? Fluffal me serviu de um perfeito exemplo pra tudo o que eu queria dizer. Eu também poderia ter dito sobre Superheavy Samurai, mas isso demandaria mais trabalho e não seria tão polêmico, hehe.

 O que eu disse sobre Fluffal continua, o deck está mais perdido que cego no meu tiroteio de argumentos, porém isso não tira o potencial do deck só o deixa com suportes dispensáveis mais cedo que o usual. Talvez com um pouquinho mais de tempo a Konami não dê um jeito de focar o deck, quem sabe né?

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 Vamos então aos rituais padrões: se você achou que eu deslizei ou não concorda comigo em alguma parte, sinta-se em casa para usar a área dos comentários. Se você gostou do post e quiser compartilhar algo a mais sobre o assunto ou somente elogiar, sinta-se mais a vontade ainda. Acho que a palavra está dada, muito obrigado a todos que leram até aqui e tenham uma boa semana. Falous!

Comentários
10 Comentários

10 Comentários:

ABCD disse:
12 de fevereiro de 2015 10:18

Quando as novas cartas foram reveladas com os respectivos efeitos eu pensei justamente nisso, que foderam legal porque fica difícil montar algo que encaixe um pouco de casa, obs... só não pensei bem no caso da Poly, até porque eu montei esse deck (OCG) com uma cópia de BlazerMan. Enfim... depois dessa situação toda o que pensei que a única salvação seria a Konami lançar "Errata" dessas cartas, principalmente nas cartas onde tem os dizeres "Edge Imp Sabes" seria trocado por "Edge Imp" e no caso do Own "Poly" ou "Frightfull spell card".

Nem chega a ser Spoiler, mas o Sora lutará novamente, vamos ver se ele vem com fluffals que beneficiam essas novas cartas. No mais, seria necessário uma errata nas cartas.

Yugioh disse:
12 de fevereiro de 2015 11:17

ultimamente a konami tem feito isso, começar um arquetipo de um jeito e termina de outro, parece que está fazendo pra lá, sem gostar disso fazendo só por fazer, pensando só no dinheiro.

Vinix disse:
12 de fevereiro de 2015 12:18

Bom... Temos que lembrar que essencialmente Yu-Gi-Oh! era um Mangá publicado na Jump, assim como Dragon Ball, Saint Seiya e entre outros... O jogo de cartas que conhecemos hoje foi consequência da fama.

A partir daqui que tiramos a "natureza" da coisa, o jogo de cartas na vida real é feito a partir de um ponto que o competitivo funcione.

Mas o anime, não tem obrigação alguma de seguir isso, pois essencialmente ele veio primeiro, nasceu assim e toma seu próprio rumo a partir disso. Conheço muita gente que se esquece disso, e até chega a agir como se o anime fosse consequência do card game competitivo (Os mais atuais podem ser assim? Talvez... Mas a natureza inicial ainda está ali). Porra... Tem gente que fala mal de Duel Monsters por uma série de características que não se encaixa com o jeito real de se jogar, se esquecendo que ele sempre foi assim, antes e depois do Card Game ser popular. Ai não pode né...?

Acho que temos que saber separar as coisas... O anime sempre teve duelos situacionais, isso desde a época que ninguém sabia jogar o jogo ou sequer existia produtos ainda. Ele sempre foi assim, mesmo que mude com o tempo. O card game real veio por consequência, mesmo sendo sem duvidas mais rentável e ele é jogado de forma "diferente" apenas para se adequar ao nosso mundo real, e não o contrário.

É diferente, por exemplo, de Pokémon onde o Anime não segue qualquer lógica dos games, sendo que os jogos já existiam antes e já tinham todas suas regras estabelecidas, ai sim temos um problema, pois ai uma animação veio de outro produto e não segue as regras desse produto inicial, sem nenhum motivo aparente.

Só acho que se cada um entender a natureza de ambos os lados e conseguir enxergar realmente o motivo do porque tal produto é de tal jeito, não precisaremos exigir nada de ambos os lados e aceitar de forma mais saudável suas características.

Yugioh disse:
13 de fevereiro de 2015 22:57

Fluffal, um deck sem foco - completamente sem foco!!!

Guilherme Lerry dos Santos disse:
15 de fevereiro de 2015 20:59

Por isso que gosto de jogar de cartas de anime. Inventar um foco é o mais legal pra mim, pegar aquela agromeração de cartas todas misturadas e fazer algo lógico e que garanta uma vitória.

Marcio disse:
16 de fevereiro de 2015 15:23

Meu amor, sem foco deve estar seu cérebro (Sem ofensas), pq eles rodam muito bem mesmo desse jeito que estão (Não nego que seria mais forte com todos os suportes do Sabre genéricos), enfim, deve ser um problema seu, pq eu me dou muito bem, não duvido nada da pessoa que colocou vários Xyz num deck que mal usa isso e reclamou de espaço depois (Post do DDD)

Beijo

subonito disse:
16 de fevereiro de 2015 17:01

@Vinix: Você provavelmente deve preferir ou o lado fantasioso ou o lado realista do jogo. Eu pelo menos não consigo ficar em cima do muro numa decisão dessas, mas gostei bastante do seu jeito de pensar. Quanto ao anime, hoje em dia ele é uma forma de capitalizar mais dinheiro do sucesso do card game (no começo também foi assim, Yugioh surgiu, depois veio o card game que se popularizou e partir dele veio Yugioh R, Yugioh GX e continua até hoje fabricando dinheiro com as demais séries.). Se o cardgame nunca tivesse existido, Yugioh teria parado no mangá e se viesse a ter anime, sua qualidade seria pior que a atual.

@Marcio e @Larissa Vieira (facebook): primeiro, é fato que os primeiros suportes de Fluffal suportarem somente o Edge Imp Sabres não foi intencional e é isso o que eu discorro durante boa parte do post. E isso se deve a pouca comunicação entre a Konami e a staff do anime (mandaram um email pra Nexus aprofundando mais sobre esse detalhe, gostaria que todos le-sem:http://i.imgur.com/C6dv5vL.jpg O rapaz que enviou vai reconhecer facilmente a mensagem, apenas ocultei os créditos por causa do email dele.) e o meu post todo fala como essas cartas mau pensadas (principalmente, mas não somente de Fluffal) acarretam não somente na competitividade do deck como também deixa alguns jogadores confusos sobre o que usar. Eu nunca disse que Fluffal era um deck fraco, só disse que o deck agora tem três formas diferentes de se chegar a vitória e nenhuma das outras 2 formas se compara ao Sabres. Também disse que se mesclar os monstros você pode atrapalhar a consistência, ou seja, eu considero a variante com somente o Sabres melhor do que tentando colocar os outros Edge Imp como 'desfoque'. No fundo eu disse, sim, que o deck é só Tiger e Wolf, até porque eles são os melhores monstros do deck, para alguém que prefere a competitividade do que a fantasia eu não curto rodar decks muito puristas (usando o máximo de membros do deck possível), eu uso o que eu achar que me leva a vitória sem muitos riscos e da forma mais rápida. Isso não quer dizer que eu estou errado e vocês certos, nem vice versa (nem que eu seja artificial, doeu aquele comentário ;=;), são duas formas diferentes de jogar o jogo.

Em relação ao comentário de "Fabled e Hand": dependendo de como você encaixa essas cartas num deck elas viram uma tech (um auxilio de terceiros para melhorar o desempenho do deck). A falta de foco dos Fluffal é interna: tem vários suportes que só funcionam em 1 monstro e agora está surgindo novas cartas que auxiliam não só esse 1 monstros como outros 2 também. A falta de foco é visível, esse 1 monstro vai ter a vantagem contra os outros 2. Se o deck fosse todo pensado para ter 3 monstros pra fusão desde o começo esse problema não teria acontecido.

Sobre o meu post de DDD, vou deixar o Subonito de 5 meses atrás dar a palavra: "2 DDD Temujin the Raging Inferno King: o problema aqui é mais por falta de espaço no Extra, mesmo nos testes eu mal ter usado os Xyzs, me sinto mais seguro com eles lá." Eu dei motivo pra rodar os Xyzs, reconheci o problema e afirmo que prefiro rodar os Xyzs do que uma cópia a mais do Temujin. Minha linha de raciocinio na época foi concisa, se você discorda é porque você tem uma outra visão de jogo e não porque eu estou errado.

Eu entendi que vocês querem defender o deck que vocês tanto gostam (quem não ia gostar de pelúcias fofinhas que se tornam assustadoramente raivosas quando entram em contado com uma máquina de tortura, até parece uma alegoria a fácil mudança emocional do ser humano), eu mesmo no final do post disse que também gosto deles. Só que eu não consigo ficar quieto diante um problema que vem da má comunicação do card game com o anime. O rapaz do link mostra uma forma de ver diferente da minha e ele fala tudo o que eu deveria ter dito no post (me sinto mal por isso). Espero que eu não tenha criado outro mau entendido ou tretas, espero que eu consiga esclarecer tudo nesse comentário.

Yugioh disse:
17 de fevereiro de 2015 17:06

performapal é o maior exemplo disso kkkkkkkkkkkkk!!! completamente sem foco.

Man El disse:
28 de fevereiro de 2015 04:38

Como consertar? Lançar cartas com erratas que citam "Edge Imp" monster. Ponto.

Italo Gomes disse:
28 de fevereiro de 2015 17:34

Eu acompanho o arquétipo desde a primeira vez que vi no anime, curti muito a temática e aguardei muito pelos novos suportes após o lançamento dos primeiros, que apesar de serem mais "focados", eram extremamente limitados e fracos para o deck, com a chegada dos novos suportes, eu senti um pouco por essa confusão dos Edge Imp no texto das fusões, porém, vi que era algo totalmente adaptativo, então, de forma alguma acho que o deck ficou sem foco, muito pelo contrário, essas últimas cartas Fluffals que saíram, são realmente lindas e ótimas para o arquétipo, eu consigo rodar todos os Edge Imps, inclusive a Sabres que uso apenas uma no deck, e o deck roda realmente de boa, inclusive já consegui enfrentar decks metas várias vezes com meus Fluffals.
Acho que o pessoal deveria parar de colocar as mesmas cartas genéricas Xyz, Synchro entre outras em qualquer deck e tentar rodar a temática em si sozinha as vezes pra ver como isso pode ser benéfico, odeio rodar cartas que não sejam da temática do deck, odeio decks misturados, saladões, acho uma porcaria e faço de tudo pra aproveitar o meu arquétipo ao máximo. Enfim, de forma alguma acho que os Fluffals estão sem rumo, não têm um foco, meu foco com esse deck é realizar a fusion summon de determinados Frighfurs em determinadas situações, e consigo isso na grande maioria das vezes com as cartas que o deck disponibiliza.