3 de abril de 2014

Metagame XI - Fenômenos por trás do Jogo.


Amigos, hoje eu vim tratar de uns assuntos pontuais. O post vai ser direto e claro, como sempre falarei do jogo de modo amplo, a fim de dar uma visão a vocês. No mais, sigam-me os bons.




Amigos, o metagame hoje se encontra numa fase muito difícil de ser explicada. Atualmente, o topo do jogo se encontra embolado, são muitos decks em condições de ganhar um campeonato, de surpreender, de mostrar . O maior exemplo, e o último exemplo disso, são as Harpies. Quem aqui esperava elas vencerem o YCS Brasil? Não, ninguém esperava. Até mesmo o CHSapo, que treinou muito com o deck, não depositava muita esperança no deck. Percebam que depois dele vencer, o deck voltou a ser falado de uma tal forma... Impressionante. Jogadores que sequer sabiam como Harpie rodavam se interessaram, outros que tinham o deck de lado para jogar com Fire Fists, Mermail, Geargia, ou qualquer outro deck que despontava como popular em torneios. 

Isso é bem fácil de entender, e vocês conseguem ter essa visão facilmente porque vocês são protagonistas desse grande fenômeno do jogo: De seguir o que está dando certo, de julgar aquilo o melhor para você, pois para os maiores exemplos do jogo, deu certo. Não porque vocês não tem opinião e não seguem o estilo de vocês, mas porque essas tendências são colocadas a prova máxima e mostram que dão resultado, é a ordem natural das coisas, principalmente no metagame, onde tudo se molda o tempo todo, a fim de uma estratégia sobrepor a outra. 

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Um exemplo recente é Trap Stun e Seven Tools of the Bandit. O jogo havia se tornado muito controlador e o número de armadilhas nas builds cresceu, muito. O uso da Trap Stun aumentou, principalmente para decks como Geargakuri e Dragon Ruler, que na época eram os decks que eram bem presentes no meta como os únicos não controladores, eles começaram a usar Trap Stun como uma forma de parar as armadilhas e tirar vantagem. Não demorou muito para que entendessem que o uso da Seven Tools era melhor, pois além de negar armadilhas cruciais (Principalmente Counters), ela negava a Trap Stun, que desequilibrava duelos. Esse duelo de uma ideia sobrepor a outra chegou ao limite quando os jogadores começaram a usar Seven Tools para negar a Seven Tools do oponente, que por sua vez, já não negara mais muito Trap Stun, que caiu em desuso

Perceberam? O deck Harpie, que sempre foi o mesmo há algum tempo, e do nada, recebeu um prestígio enorme dos jogadores, bem como o canivete (Seven Tools), que sempre foi uma carta limitada de certa forma (Só pega armadilhas), presente no jogo há anos, teve seu momento de popularização muito rápido, antes, era só mais uma armadilha counter de negação. Eu denomino esses momentos de fenômenos, porque eles acontecem de uma tal forma, que você acaba levando eles como conhecimento de jogo, você usa esses casos para comparar com o que você tem hoje. E aí, chegamos no começo do ponto principal desse post, amigos: O fenômeno Hoban. 

Quem está bem antenado no jogo, já relaciona a decklist mostrada abaixo das Harpies de CHSapo ao fenômeno Hoban. Todos aqui sabemos que as Harpies campeãs do YCS Brasil usavam trinca de Upstart Goblins e trinca de Reckless Greeds, e que essas duas trincas tiveram uma popularização, um impacto no jogo tremendo, após Patrick Hoban usar para fazer seu Hieratic Ruler ter destaque no YCS. 

Monsters [14]

2 Cardcar D
2 Cyber Harpie Lady
3 Harpie Channeler
2 Harpie Dancer
1 Harpie Lady 1
3 Harpie Queen
1 Harpie's Pet Dragon

Spells [13]

 Elegant Egotist 1
Harpies' Hunting Ground 3
 Hysteric Sign 3
 Pot of Duality 3
Upstart Goblin 3

Traps [13]

1 Bottomless Trap Hole
2 Fiendish Chain
3 Hysteric Party
2 Icarus Attack
3 Reckless Greed
1 Solemn Warning
1 Torrential Tribute

Observem a somente o Main Deck da decklist campeã do YCS Brasil. Reparem como CHSapo abusa de Techs de Draw Power. São 2 Cardcar D's, 3 Dualities, 3 Upstarts e 3 Reckless, são 11 cartas. Guardem essas informações todas que falei em mente, hora de separar os fatos:

1. O Fenômeno da influência: Poderia ser outro deck, mas foram as Harpies.

Harpie é um deck comum. Não é um deck extraordinário, não é um excelente deck, de velocidade e consistência irreparáveis, até porque não teria necessidade de mais de 25% do deck só para Draw Power. Então, o que faz o deck Harpie ser tão jogável ao ponto de ter chego ao topo de um campeonato? Os monstros é que não são, eles são bem fracos, onde apenas Harpie Dancer, com seus míseros 1200 ATK e Harpie Channeler são jogáveis, e que hoje fazem o deck andar. O grande segredo está em 2 mágicas e uma armadilha, em especial, 1 única carta. Ela se chama Histeric Sign. E as outras duas são o Harpies' Hunting Ground e Histeric Party. São mais de 25% do deck para chegar as cartas que fazem o deck ser grande, que vão dar ao deck condições de jogo. Sign quando ativada é um por um e quando vai para o cemitério é +3 na mão, com a field controlando o campo do oponente e Party sendo a Rekindling do deck, então o deck tem um mérito nessa história. Claro, o mérito maior de ter sido as Harpies foi exclusivamente de CHSapo, ele soube montar a build muito bem, e jogá-la muito bem durante o torneio.


Então amigos, poderia ter sido outro deck no lugar de Harpies, poderia. O que não faltam são candidatos com condições de chegar ao topo, Fire King é o maior exemplo. Onslaught of the Fire Kings e Garunix, uma Dark Hole com pernas são capazes sim de levar o deck a esse patamar, e ainda digo mais, se o hype com as Harpies foi tão grande, ele seria muito maior com os Fire Kings, pois a banlist cortou duas peças do deck na banlist, em seguida: Wolfbark e Rekindling. Iria ser um tal do pessoal comentar que Fire King foi podado porque ganhou apenas um campeonato... E existem outros decks assim por aí, Heraldic Beast com Advanced Ritual Art, Chronomaly com Nebra Disk, claro, são casos diferentes, mas que se encaixam na lógica de que o deck é considerado pelos jogadores por causa de uma carta, ele se torna jogável por conta de uma carta, que influência muito depende disso. 

2. O Hype do Fenômeno.

Patrick Hoban leva o crédito por ter "descoberto" pro metagame que as trincas de Upstart Goblin e Reckless Greed juntas são eficazes. Quando na verdade, nada mais nada menos, ele usou de uma tech que já estava no jogo há anos. Dark World players já cansaram de usar isso para tentar alavancar o deck pra dominação do meta, criando uma versão turbo pro deck. O problema é que Hoban, conscientemente ou não, levantou uma questão que sofremos sem perceber e que tem levado a todo mundo usar essas cartas sem pensar.

3. O Fenômeno da opção: Sobra espaço no deck.

Hoje em dia, está muito difícil fechar a decklist de um deck. Você coloca o necessário, as staples e ainda sobre espaço, cerca de 4 ou 5 cartas. Você não sabe o que colocar, mas quer algo que só acrescente ao deck. Desconsiderando o search, já que ele faz parte do que é necessário ou das staples, o que é melhor que draw power no jogo? É mais ou menos assim que tá acontecendo hoje. Você não sabe o que colocar, então transforma seu deck em um deck de 37 cartas, com 3 Upstarts. No caso do Hoban, ele usou a draw livre da Upstart para contornar o problema que as Reckless têm, que é não deixar você puxar por 2 turnos. Foi o suficiente para todos agora acharem que essa tech é uma staple unânime, quando na verdade, você subitamente está admitindo para si próprio que não o que colocar no deck. Não são todos os casos, vale frisar isso.

4. O Fenômeno da descoberta: Precisa algo acontecer para todo mundo ver.

Você coloca o necessário, as staples e ainda sobre espaço de novo, agora 1 ou 2 cartas. Seu deck, como o da maioria dos decks do formato é baseado em invocações muitos monstros Rank 4, então você procura algum monstro, pois seu deck tem um número que julga fora do ideal. Eis que você encontra com um que busca uma staple do deck, como Traptrix Myrmeleo. O coloca junto com outro monstro. Vê que ele sozinho, nesse jogo de buscar 1 cópia só, não é vantagem, então, por instinto, você tira esse último slot que colocou porque sobrou e coloca mais uma carta que a Myrmeleo pode buscar, como Void Trap Hole ou Traptrix Nightmare Trap Hole. Pois bem, quando essas cartas foram lançadas, consideraram as Trap Holes ruins, que somente a Bottomless prestava. O que mudou agora? As cartas precisaram ser encaixadas "a força" no cenário do metagame para que fossem descobertas como boas cartas. Precisou você ver sua namorada te chifrando para que você percebesse que era corno, ou seja, preciso algo acontecer, como o uso elevado da Myrmeleo para perceber que Nightmare e Void são boas cartas. Que Nightmare não deixa Exciton escapar, mas depende muito do adversário, ao contrário da Void que nega e destrói apenas se tiver mais de 2000 ATK, situacionais? Não nego que são, mas são boas cartas, como existem meio mundo de boas cartas consideradas ruins por falta de uma análise ou um tempo para ela mostrar seu potencial. 


Espero que o post tenha agradado vocês, e queria saber se concordam com meu ponto de vista, se discordam, se querem acrescentar algo, me corrigir, fiquem a vontade! Abs.

Comentários
23 Comentários

23 Comentários:

Anônimo disse:
3 de abril de 2014 11:27

Eu só acho que vale a pena considerar Hysteric Sign como carta de draw, assim, passando de 11 para 14 cartas de draw.
No mais, concordo com tudo, interessante saber que existem decks que podem estar no meta e que um pequeno ajuste de cartas é o necessário pra conquistar o top.

Guilherme Lerry dos Santos disse:
3 de abril de 2014 11:33

Hysteric Sign é search, mas pode ser colocada no mesmo pacote de emagrecimento de deck. Fora isso, pra mim, não é atoa que Reckless, um dia, já deu as caras no F&L list.

Anônimo disse:
3 de abril de 2014 11:50

Ainda acho q Battlin Boxer tem chance

Emerson Martins de Deus disse:
3 de abril de 2014 12:09

A tendência de seguir a tendência...

Muito bom LG, ultimamente eu tenho notado um medo nos jogadores para tentar algo novo, gerar uma nova tech e etc. Geralmente só o fazem ao alguém conseguir uma boa experiência em um torneio, assim como o caso do Hoban, se 95% dos jogadores mundiais tentassem algo novo todos os dias, pode apostar que o termo "Staple" que já não esta muito bem definido no TCG desapareceria em questão de tempos, a própria Dark Hole tem perdido espaço, eu tenho checado algumas decklists de torneios e começo a ver que os jogadores estão parando de optar por ela, isso por motivos que eu particularmente entendo, mas diferente da ultima vez, não existe um archetype no top das tiers que esteja a tornando uma carta não muito usável.

O grande problema de inovar é que isso pesa no seu bolço, então da para compreender os duelistas IRL, pois vai que você tenta algo novo e não da em nada? Você somente jogou dinheiro fora, no qual poderia ter investido em coisas tradicionais.

Seus posts sobre o metagame são sempre inspiradores :)

Anônimo disse:
3 de abril de 2014 12:28

Heraldic Beast com advanced Ritual Art???
Tá errado isso ae...
MAs o Post tá ótimo

Porthos disse:
3 de abril de 2014 12:43

O nome disse é Trending Topics...

David Ribas disse:
3 de abril de 2014 12:58

Cara meus parabéns excelente post . Creio q se metade das pessoas tivesem a visão de jogo q vc tem e q felizmente compartilho YU-GI-OH estaria em um patamar competitivo muito melhor . Não mais hem um formato de um deck so , os players visão sobrepor seus oponentes e acharao um meio q e o Draw Power . Não e segredo pra ninguém em todas os duelos se vc perguntar pq um perdeu a resposta será sempre a msm " o deck do cara rodo mais rápido " . Na minha opinião harpia é um deck excelente , e é um deck q tem uma certa carta q do existiu uma igual q seria a SPELLBOOK OF JUDGMENT . Estou falando de HYSTERIC SIGN ai vcs pensão q cara louco a comparando a uma carta tão apelona q nem a JUDGMENT . MAIS E SO PRESTAREM MAIS ATENÇAO . Seu ativamente já lhe da uma carta em mao , bom até ai 1x1 essa carta se combinada com qualquer Harpia em campo lhe da outro monstro 2x2 . Deixando claro o leque de opições hj em dia em q um EXCITON já lhe daria uma vantagem por destruir tudo e no final do turno mais 3 hem mao . Mais sendo mais humildes pensem em um CHIDORI ou seja menos uma set e outro mostro do oponente ou seja até agora 2x4. Quando for destruída a SIGN lhe dara qualquer harpie card , 3 a sua escolha assim como o SB JUDGMENT . Totalizando 3x 7 ou seja vc usa 3 cartas para ainda ter vantagem de 4 q seria um mostro no campo e 3 na mao e - 2 no campo do oponente e ainda lhe resta msm sem a SIGN ser destruída 4 CARTAS na mao fazendo esse luupizinho básico . Sem falar q a SIGN complementa a ICARUS ATACK . Como vc pergunta ?? Simples todo o oponente esperto quando vc controla uma Harpia em campo e digamos SIGN E a Icarus setada tende a invocar somente um mostro para levar sua Harpia na batalha e inutilizar sua Icarua mais com SIGN em campo vc pode simplesmente destruir ela e o monstro oponente , oq no final do turno e mais 3 a mao e uma vantagem gigante . Deixo meus parabéns LG excelente post

Carlos Alberto Alberto disse:
3 de abril de 2014 14:05

Tbm acho que hoje em dia qualquer deck tem chances de ganhar, basta ser criativo e persistente.

Anônimo disse:
3 de abril de 2014 14:19

Finalmente vcs do blog estão entendendo que qualquer deck pode ganhar um torneio basta saber faze-lo, demoraram hein mais finalmente.

Henrique Seganfredo disse:
3 de abril de 2014 15:21

Eu acho que no meta atual existem muitos decks subestimados. Tem alguns decks ainda não testados pela maioria dos jogadores. Eu por exemplo, fiquei em 3º lugar num campeonato com 32 jogadores com um Deck E-Hero/Mask Hero. O grande trunfo do deck é a Spell Card Mask Change, que muda um simples E-hero Bubbleman para um Masked Hero Acid com 2600 de ATK e que destrói todas as Spell/Traps do oponente. Se quiserem, passo a decklist para a equipe do blog.

cesarthestrange disse:
3 de abril de 2014 16:07

"Finalmente vcs do blog estão entendendo que qualquer deck pode ganhar um torneio basta saber faze-lo, demoraram hein mais finalmente."

esse é muito mais um problema de alguns players que do blog ¬¬

cesarthestrange disse:
3 de abril de 2014 16:08

pra não dizer da maioria

Anônimo disse:
3 de abril de 2014 18:09

Isso que o Emerson citou e a chave que sela a inovação no TCG porque doi quando montamos algo que nao funciona e se ofusca com tiers deck, principalmente quando é nosso dinheiro jogado fora YUGIOH mesmo sendo um game de mais de 10 anos ele esta estagnado porque a Konami nao da a minima para diversao ela so que lucrar e nao incentiva os jogadores a inovar!!!

Emerson Martins de Deus disse:
3 de abril de 2014 18:57
Este comentário foi removido pelo autor.
Emerson Martins de Deus disse:
3 de abril de 2014 19:03

"Anônimo Anônimo disse...
Finalmente vcs do blog estão entendendo que qualquer deck pode ganhar um torneio basta saber faze-lo, demoraram hein mais finalmente."

Amigo, acho que você esta equivocado, pois nunca ninguém aqui pregou algo contrário a isso, você deve ter se confundido de blog, pois já foram escritos vários posts mostrando a utilidade de cartas que ninguém usaria. Enfim, não é porque nós costumamos fazer posts sobre tiers que excluímos as outras cartas do jogo, isso não possui lógica nenhuma.

Anônimo disse:
3 de abril de 2014 19:21

#trotsky
sinceramente eu ainda torso para konami reviver os meus zombies mais que sou eu nen tenho grana para comprar mezuqui.mais quem quer saber ??? o pessoal desse blog nen sabe que eu existo

Anônimo disse:
3 de abril de 2014 22:09

emerson faz então um poste do number c43 chaos marionetter

Anônimo disse:
3 de abril de 2014 22:45

Isso que o Emerson citou e a chave que sela a inovação no TCG porque doi quando montamos algo que nao funciona e se ofusca com tiers deck, principalmente quando é nosso dinheiro jogado fora YUGIOH mesmo sendo um game de mais de 10 anos ele esta estagnado porque a Konami nao da a minima para diversao ela so que lucrar e nao incentiva os jogadores a inovar!!!


nossa perfeito esse cometario

Labyrinth Wall disse:
4 de abril de 2014 01:07

essa de usar 3 Reckless e 3 Upstart é realmente uma boa, eu fiz alguns testes no Mecha Phantom Beast e tem dado resultados, mas ao contrário do que LG disse sobre faltar cartas, esse ia ficar com umas 52 cartas se eu colocasse todas que eu queria, infelizmente tive que abrir mão de várias staples!! =/

Anônimo disse:
4 de abril de 2014 10:54

Upstart em Mecha Phantom Beast não presta... pelo menos pra mim, pra começar detesto a carta (Qualquer coisa que de algo pro oponente é furado na minha opinião) mas admito que funciona em decks que dão muito dano muito rápido, o que não é o caso de MPB que precisa de setup. Uma carta que tenho usado e me traz bons resultados é magic planter...

Realmente, se for pra colocar tudo que parece bom com mpb, o deck fica gigante... mas finalmente montei uma build interessante e consistente com 40 cartas.

LG disse:
4 de abril de 2014 12:53

Respondendo os comentários, na ordem:

@Anonimo: Acho que o Lerry falou o que eu pdoeria te responder, no mais, obg <3

@Lerry: Assim, ela é uma faca de dois gumos, sempre foi e sempre será, o grande problema é que agora o abuso dela tá gigante junto com upstart. Não tive ainda uma visão de como isso é visto como bom ou ruim, e por isso nem citei no post se isso é bom ou ruim com argumentos bons. Eu até arrisquei Reckless nessa lista de abril, o que não aconteceu, então eu prefiro me colocar em cima do muro numa questão se ela deve ou n ser pega pela banlist de novo, sabe? Obg <3

@Anonimo: Tem chance sim, logo logo falaremos deles no blog.

@Mersu: Eu acho que o grande problema é a falta mesmo de opções de cartas, depois vem essa questão de não sair do comum, de não arriscar. Eu até não coloquei isso no post porque eu pretendo alongar esse post com outros tratando de caçar cartas que podem voltar ao gosto dos jogadores, e exemplos é o que não faltam, como safe zone, t.roar, pinpoint guard, kagetokage (Que cada vez mais tem sido descoberto um potencial nele por causa do xyz rank 4) e etc. No mais, obg.

@Anonimo: Sim, tá errado, confundi os nomes todos HAUAHAUHUAH obg, já corrigido.

@Porthos: Não entendi sobre o que quis dizer sobre trending topics.

LG disse:
4 de abril de 2014 12:53

@David Ribas: Excelente analise, harpie é um deck de vantagem, vc força o oponente a evitar que o deck faça uma vantagem de cartas enorme, por isso que muitos jogadores dizem que se ativam a sign no duelo e tem um +3 na mão, eles tem a obrigação de ganhar, porque ela aplicada no midgame é assustador, desequilibra qq duelo. De fato, harpie é sim um excelente deck, porém, eu a coloquei como um deck comum, pois o archtype mesmo é muito comum, fora do normal vc só a Histeric Sign e Histeric Party, mas ela com cartas como chidori, icarus e outras que vc citou se torna um excelente deck, no conjunto.

@Carlos Alberto: Então, concordo que criatividade e persistencia são fatores determinantes, mas tem que ter o bom senso de saber o limite do deck, existem decks que tem um limite natural e isso não tem jeito, só com cartas novas terão uma evolução, decks com uma jogada só no turno, que com uma armadilha vc pode para-lo, por exemplo, são decks que eu acho de limitado. Exemplos de decks que me vem a mente agora: Hunder, Fire Fist geralmente só tem uma jogada no turno, mas o plus que ele faz compensa, e muito, isso.

@Anonimo: Assim, como o emerson disse, nós nunca demonstramos uma visão dessa, somente fazemos posts do achamos mais relevante em cima do estado que o jogo está, acho que pode ter confundido isso. :)

@Henrique: Sim, existem, concordo totalmente. Porém, o que faz esses decks não serem testados é exatamente a falta de interesse dos jogadores. YGO demanda uma condição financeira boa para gastar com cartas e geralmente vc quer gastar pensando no melhor p vc, conquistar resultados e etc, e a maneira de conquistar resultados é montando decks competitivos, como hoje tudo está muito rápido, montar no menor tempo possível é necessário, então é uma "perca de tempo" pensar em decks alternativos para tentar chegar ao topo do jogo qnd vc tem decks que comprovadamente já topam. Bem, e o que faz o deck ser bom a ponto de ser testado? O desempenho dele, é claro, e isso passa pelas cartas que ele usa, então 1 carta que leva o deck todo nas costas faz a diferença, e também o quanto o jogador gosta do deck ou do estilo de jogo dele. Bem, isso é uma visão que tenho do jogo, não é necessariamente uma visão que gosto de ter. Sinta-se a vontade para mandar sua lista pra page do face do blog, posso pensar em fzr um post sobre HEROs no TCG baseado nela. Obg <3

@Cesar: Mais uma vez me responderam, obg <3

@Anonimo: Konami é uma empresa, se vc fosse o dono dela, vc iria querer lucro, problema se as cartas estão caras em um determinado país.

@Trotsky: Zombie com Beelze no TCG vai dar o que falar hein...

@Samuca: 52? HAUAHUAUH com vc é o contrário né?

@Anonimo: Sim, sobre a upstart é verdade, precisa ser em decks que dão dano muito rapido e MPB tende a ser um pouco lento, mas acho que vale o esforço, principalmente se vc usa uma variante que pode chegar ao Trident Dragion, uma máquina de aplicar OTK. Magic Planter? Conte-me mais sobre ela. ;3

ksfire disse:
5 de abril de 2014 14:48

"Espaço vago no deck."

Eu, com mais de um ano de experiência em Fire King e anos de experiência em Flamvell, ainda não consegui um jeito de resolver esse problema neles (ambos são semelhantes por serem FIRE with 200 DEF).

Hora boto alguma staple, hora boto uma trap genérica tipo Mirro Force, hora boto Molten Destruction. São espaços que nunca dá para preencher satisfatoriamente.
E a coisa ficou pior ainda agora com apenas uma Rekindling (que eu tapei usando Magical Stone Excavation).

É difícil, mas em questão de consistência a falta de suportes na maioria das vezes mata. Ou te obriga a fazer alguma gambiarra (Dino Rabbit nasceu de uma dessas gambiarras para os Evol).